começo a enxergar a hipocrisia e a sujeira que impregnam nas entranhas do prédio,
os bichos estranhos e asquerosos que estão a minha volta.
Começo a perceber que sou uma espécie de mutante, as vezes tenho reações estranhas e também me torno um deles em situações, por efeitos, reações de composições ou não composição e acabo me decompondo aos poucos.
Sinto falta de pincelar a felicidade no toque do requinte, colorir e descolorir, enxergar a luz de maior intensidade e emanar esse brilho compartilhando com quem estiver preparado.
Após tudo isso obter a leveza esperada e como quem não quer nada, dormir nos braços da minha mãe natureza, me incluir no "art nouveau".
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